13 set
2014

Não são 20 centavos, é a soberania nacional.

Henri Matisse. Bouquet pour le 14 juillet 1919. (1919)

Henri Matisse. Bouquet pour le 14 juillet 1919. (1919)

Não são 20 centavos, é a soberania nacional.

Usar questões menores para ocultar as verdadeiras questões em disputa é uma das estratégias de manipulação empregadas pelo consórcio formado pela grande mídia, pelos defensores dos interesses dos EUA e pelos candidatos com programa de direita (Marina, Aécio, Pastor Everaldo) nestas eleições de 2014.

Para essa estratégia funcionar, é preciso controlar a mídia e fazer com que ela dê destaque a questões pontuais ou a interpretações da realidade que geram debate para distrair a opinião pública, enquanto os verdadeiros objetos de disputa ficam bem escondidos.  Enquanto brigamos por conta de 20 centavos, o grande jogo dos bilhões vai sendo jogado sem que o percebamos.

Assim, denúncias de atos suspeitos são tranaformadas em prncipal assunto da eleição, como o caso do diretor da Petrobrás nomeado no governo de Fernando Henrique Cardoso e demitido no governo de Dilma Roussef.  Ou o debate em torno da inflação, criando-se uma sensação de explosão inflacionária em um momento em que esta apresenta-se sob controle e dentro das metas.

Enquanto discute-se esses pontos, pouco se fala do que realmente importa.

Um desses temas que realmente importa e que é sistematicamente  negligenciado é a condução da política externa brasileira.

Em artigo recente, Kjeld Jakobsen demonstrou como há duas concepções em disputa.

A concepção de política externa representada pela campanha de Dilma Roussef, afirma a necessidade de uma política externa independente e baseada em princípios como o senso de justiça, direito e democracia, a solidariedade e respeito a todos  países, pequenos e grandes,  sem se dobrar a ninguém, abandonando a postura de “falar grosso com a Bolívia e falar fino com os EUA”.

No fundo, a proposta de Dilma Roussef aponta para antigos objetivos de política externa, já presentes no último período de governo de Getúlio Vargas (1950-1954) e nos anos anteriores ao golpe militar de 1964 (realizado com apoio inegável dos EUA). Trata-se de  firmar um caminho de desenvolvimento para o país que garanta sua independência e autonomia frente aos interesses dos EUA e demais países centrais.  Não é sem motivo que a Petrobrás é elemento central nessa disputa.

Do outro lado, o artigo de Kjeld Jakobsen aponta a semelhança dos programas de governo de Aécio e Marina, opondo-se, em suas propostas, a esses princípios. Na prática, as diferenças são tão pequenas, que podemos dizer que as duas candidaturas apresentam o mesmo programa em termos de política externa. Afora platitudes vagas e inócuas, o que se vê em uma análise mais detida das propostas de Aécio e Marina é a defesa de posições que levam a uma inserção do Brasil no mundo completamente  subordinada aos EUA e aos interesses do grande capital financeiro e multinacional. É impossível encontrar um único ponto nos programas de Aécio e Marina que contrarie algum interesse dos EUA e seus aliados europeus.  Isso vale para vários aspectos da política externa: o alinhamento a blocos internacionais (enfraquecimento do Mercosul e BRICS), acordos comerciais (prioridade a acordo bilateral com EUA e UE em detrimento de acordos conjuntos do Mercosul) e nas negociações ambientais (rompimento com o princípio de responsabilidade diferenciada dos países industrializados na redução do efeito estufa). Este último aspecto seria caso de pasmar-se, para quem ainda acreditasse em Marina como defensora da sustentabilidade,

Não dá para acreditar que seja por acaso essa identidade entre as propostas de política externa dos candidatos da direita e os interesses dos EUA/União Européia. É um alinhamento consistente que deixa claro que só há dois lados nesta eleição. Ou se afirma a soberania nacional e o direito do Brasil a construir e decidir seu futuro, ou se assume que somos um país fadado a ser um território de exploração e subordinado aos interesses do grande capital internacional. Só há dois lados. A terceira via mostrou-se, como sempre, simulacro mal intencionado.

Para ler o artigo de Kjeld Jakobsen, clique aqui. Vale a pena ler.

 

 

 

 

 

4 set
2014

Logística – Definição dos grupos dos trabalhos

Nem todos os alunos informaram seus interesses, portanto não foi possível formar todos os grupos. Os que manifestaram interesse já foram alocados, conforme abaixo.

Onde houve mais de dois grupos interessados, foi feito sorteio e o grupo remanescente foi alocado a outro tema.

Procedimento para fechamento dos grupos:

a) Os grupos que ainda não se candidataram aos temas deverão colocar comentário neste post indicando sua preferência, até dia 6, sexta-feira, às 23h59.

b) Se houver mais  grupos interessados do que vagas em um tema, haverá sorteio de temas.

c) Na próxima segunda, dia 8, será divulgada lista final dos trabalhos e grupos. Alunos que não se inscreverem em nenhum tema/grupo poderão ser alocados a grupos existentes que tenham menos de 5 integrantes ou a novos grupos, formados pelo professor.

d) As decisões de alocação dos tema são irrecorríveis.

TEMAS DOS TRABALHOS, COM OS GRUPOS JÁ ALOCADOS

Tema 1 – Como é possível integrar serviços e instalações de diferentes organizações públicas, gerando maior alcance das políticas e economia de escala?

Matutino A:

Matutino B:

Noturno A: Paula Heloisa da Silva ribeiro 8919364
Luiz Antonio sobrinho

Noturno B: Gabriela Camacho; Sílvia Martins; Igo Ribeiro; Apolonio Filho; Leandro

Tema 2 – Como implantar uma política de coleta seletiva no município de São Paulo, com elevada cobertura, inclusão social dos catadores e viabilidade econômica?

Matutino A:

Matutino B:

Noturno A: Henrique Alexandre; Henrique Sales; Magda Nascimento;
Marcelo Regonha; Natália Escobar

Noturno B: Cassio Prado; Gabriel Garrote; Letícia Casado; Luiz Sobrinho; Paula Heloísa da Silva Ribeiro

Tema 3 – Como utilizar as compras da merenda escolar para estimular o desenvolvimento local e a agricultura familiar?

Matutino A: Suylianne N. de Oliveira; Beatriz Kalichman

Matutino B: Eduardo Quadrotti; Marta Fedel; José Gabriel; Wagner Bueno

Noturno A: Renan Borges; Lucas Bravo

Noturno B: Beatriz Caroline 8623611; Ana Carolina 8513834; Amber Chase 8598113; Juliana Santos 8513692

Tema 4 – Como reduzir os problemas e tornar mais conveniente para os cidadãos a distribuição de medicamentos pelo SUS?

Matutino A:

Matutino B:

Noturno A: Lucas Alves NUSP 8598197; Guilherme Sampaio 8513427; Daiana Guinato 8513500; Tom Manfrinatti -7617981

Noturno B: Samara Fonteles da Cunha; Ana Paula Simioni; Débora Castro Farias de Santana; Mina Nakata; Tamires Camiolli

Tema 5 – Como melhorar e ampliar a oferta de serviços de transporte aéreo de passageiros e cargas?

Matutino A:

Matutino B:

Noturno A: Alexandro Batista; Glauber Araújo; Gessyca Suenaga; Priscila Santos

Noturno B:

Tema 6 – Como reduzir os problemas na distribuição de livros escolares do Programa Nacional do Livro Didático?

Matutino A:

Matutino B:

Noturno A:

Noturno B:

27 ago
2014

PRIVACIDADE, SIGILO E CONFIDENCIALIDADE DAS INFORMAÇÕES EM SAÚDE

O Instituto de Saúde da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo oferecer o curso: PRIVACIDADE, SIGILO E CONFIDENCIALIDADE DAS INFORMAÇÕES EM SAÚDE COMO DIREITO HUMANO.

O objetivo do curso é analisar as implicações da implantação de registros eletrônicos de informações em saúde para a garantia da privacidade, sigilo e confidencialidade dos atendimentos realizados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) tendo em vista constituir-se em um Direito Humano.

O curso acontecerá nos dias 11 e 12; 18 e 19; 25 e 26 de Setembro/ 2014.

Para inscrições e outras informações clique aqui.

Professores: Tania Margarete Mezzomo Keinert, Silvia Bastos e Carlos Tato Cortizo.

 

Conteúdo Programático

• Contextualização
• Sociedade da Informação, Sociedade do Conhecimento, Sociedade do Risco
• Sistema de proteção aos Direitos Humanos
• Estado Democrático de Direito
• Privacidade, sigilo e confidencialidade: conceitos
• Registros Eletrônicos em Saúde, Prontuários dos Pacientes, Cartão SUS no contexto do E-Saúde.
• Dimensões: normativa, tecnológica e ético-política
• Responsabilidade do sistema de saúde em relação ao banco de dados do SUS (DATASUS), níveis de acesso e segurança.
• Papel dos usuários, profissionais de saúde, pesquisadores e gestores.
• Ética e direitos do indivíduo em relação ao anonimato dos dados e às possibilidades de uso das informações para a gestão e para a pesquisa em saúde.
• Privacidade das informações em saúde como Direito Humano: fragilidade e potencial ameaça a esta garantia na sociedade atual
• Possibilidades propiciadas pelos avanços tecnológicos e necessidade de controle social.

20 ago
2014

ACH 3708 – Sem. GP IV – Desafios da Gestão Municipal em SP – Programa 2014

Objetivo e estrutura da disciplina

O objetivo desta disciplina é discutir desafios críticos para a gestão do município de São Paulo, sob três eixos: o da continuidade e descontinuidade administrativa, o da governança democrática e o da capacidade institucional do Município.

O primeiro eixo, envolvendo a continuidade e descontinuidade administrativa, procura compreender as mudanças e permanências nas políticas públicas e nas práticas de gestão da prefeitura. Trata-se, aqui, de identificar processos de continuidade/descontinuidade nos projetos de governo ao longo das gestões municipais pós-redemocratização para compreender os fatores que os direcionam e seus respectivos impactos.

Já o segundo eixo, contemplando a governança democrática, volta-se para democratização da gestão, e debruça-se sobre os processos pelos quais se dão as decisões de governo do município, com o foco lançado sobre a maneira como as decisões são tomadas, os atores envolvidos, os mecanismos de controle interno e externo e a participação da sociedade civil organizada nas decisões e no seu acompanhamento.

O terceiro eixo da disciplina orienta-se para as capacidades institucionais do governo municipal A preocupação, aqui, é compreender como a gestão municipal mobiliza, constrói ou destrói capacidades de intervenção sob a forma de recursos técnicos, materiais, humanos e organizacionais. Neste eixo, as questões relevantes passam pela utilização de tecnologia da informação, recursos humanos, processos de trabalho, disponibilidade de recusos, inteligência de negócio e organização do trabalho.

Estes três eixos servirão como referência para que os alunos possam, em trabalhos específicos, refletir sobre um conjunto de temáticas selecionadas, que, se não se pretende totalmente abrangente, procura cobrir uma faixa relevante do campo de atuação do governo municipal.

Entre as temáticas a serem trabalhadas na disciplina estão:

  • Descentralização Administrativa e Sub-Prefeituras
  • Planejamento Estratégico e Orçamentário
  • Plano Diretor e Ocupação do Solo
  • Gestão e ocupação de espaços públicos
  • Mobilidade urbana

Outras temáticas poderão ser acrescentadas.

Avaliação

  • Trabalho em grupo sobre temática selecionada (incluindo trabalho escrito e atividade desenvolvida em sala) – 35%
  • Participação nos momentos de debate e exercícios em sala (não haverá entrega posterior) – 25%
  • Prova individual (não haverá prova substitutiva) – 40%

 

Programa da disciplina

Bloco 1 – Que cidade é esta?

O objetivo deste bloco é fazer com que os alunos familiarizem-se com aspectos básicos do processo de construção da metrópole paulistana, compreendendo sua dimensão histórica, urbanística, política e econômica

Aula 1 – Apresentação da disciplina

Apresentação do programa da disciplina

Vídeos para provocação:

Entrerios: http://www.youtube.com/watch?v=Fwh-cZfWNIc

São Paulo, the Fastest Growing City in the World – 1944 (filme do U.S. Office of of Inter-American Affairs): http://www.youtube.com/watch?v=InWifglIkQ0

Aula 2 – A formação da metrópole e o governo municipal

Texto de referência: LEVY, E. Democracia nas cidades globais. S. Paulo, Studio Nobel, 1997.

Aula 3 – Para que serve uma metrópole?

Textos de referência:

SANTOS, Milton. São Paulo, metrópole internacional do Terceiro Mundo.

KOWARICK, Lucio. Escritos urbanos. São Paulo, Ed. 34, 2000.

Aula 4 – As disputas pela identidade paulista e paulistana

Texto de referência: SALIBA, E. T. Histórias, memórias, tramas e dramas da identidade paulistana. In: PORTA, P. (org) História da Cidade de S. Paulo, vol. 3. S. Paulo, Paz e Terra, 2004.

Clique AQUI para baixar o material para a atividade em sala.

 

Bloco 2 – Eixos de análise da gestão municipal

O objetivo deste bloco é construir um embasamento conceitual e metodológico sobre os eixos de análise a serem empregados na análise da trajetória e desafios para a gestão municipal nos temas selecionados.

Aula 5 – Continuidade e descontinuidade administrativa ()

Textos de referência:

SPINK, P. Continuidade e descontinuidade nas organizações públicas: um paradoxo democrático. In:Cadernos FUNDAP, Ano 7, n. 13, Abr/1987. Disponível emhttp://www.fundap.sp.gov.br/publicacoes/cadernos/cad13/Fundap13/CONTINUIDADE%20E%20DESCONTINUIDADE%20EM%20ORGANIZACOES%20PUBLICAS%20UM%20P.pdf

ESTEVAM, D. P. A contínua descontinuidade administrativa e de políticas públicas In: Anais do II Seminário de Ciências Sociais Aplicadas, 2010. Disponível em  http://periodicos.unesc.net/index.php/seminariocsa/article/view/1390

Aula 6 – Governança democrática ()

Texto de referência:

RIBEIRO, Luiz César de Q. e SANTOS JR., Orlando A. Democracia e cidade: divisão social da cidade
e cidadania na sociedade brasileira
. In: Análise Social, vol.XL(174), 2005, pp. 87-109. Disponível em http://migre.me/8EhQu.

Aula 7 – Capacidades institucionais do governo municipal ()

Aula 8 – Prova individual

Bloco 3 – Estudo das temáticas selecionadas

Os alunos serão organizados em grupos, cada um responsável por um tema.

Aulas 9, 10 e 11

Orientação ao trabalho dos grupos, que deverão estudar a temática sob a ótica dos três eixos de análise propostos para a disciplina.

Aulas 12 e 13

Apresentação dos trabalhos dos grupos e debate.

Os grupos poderão trazer debatedores convidados, produzir material audiovisual sobre o tema, organizar debates etc. Não serão permitidos seminários superficiais, fragmentados e cansativos, do tipo jogral.

Bloco 4 – Encerramento

Aula 14 – Debate final

Aula 15 – Apresentação das notas e encerramento da disciplina

 

Bibliografia

ESTEVAM, D. P. A contínua descontinuidade administrativa e de políticas públicas In: Anais do II Seminário de Ciências Sociais Aplicadas, 2010. Disponível em http://periodicos.unesc.net/index.php/CSA/article/view/377

HARVEY, D. A produção capitalista do espaço. S. Paulo, Annablume, 2005.

LEVY, E. Democracia nas cidades globais. S. Paulo, Studio Nobel, 1997.

QUEIROZ, S. R. R. Política e poder público na Cidade de S. Paulo: 1889-1954. In: PORTA, P. (org) História da Cidade de S. Paulo, vol. 3. S. Paulo, Paz e Terra, 2004.

SANTOS, M. São Paulo, metrópole internacional do Terceiro Mundo In: Por uma economia política da cidade. São Paulo, Ed. Edusp, 2009. Cap. 2.  Também publicado em Revista do Departamento de Geografia da FFLCH-USP, v. 7, 1994 (disponível em http://citrus.uspnet.usp.br/rdg/ojs/index.php/rdg/article/view/233)

SALIBA, E. T. Histórias, memórias, tramas e dramas da identidade paulistana. In: PORTA, P. (org) História da Cidade de S. Paulo, vol. 3. S. Paulo, Paz e Terra, 2004.

SINGER, P. Os últimos 40 dos 450 anos de São Paulo. In: SZMRECSANYI, T. (org) História econômica da cidade de São Paulo. S. Paulo, Ed. Globo, 2004.

SILVA, Sérgio V.; NIERO, José Carlos C.; MAZZALI, Leonel. O Planejamento Estratégico Situacional no Setor Público – A contribuição de Carlos Matus. Disponível em http://www.ead.fea.usp.br/semead/12semead/resultado/trabalhosPDF/473.pdf.

SPINK, P. Continuidade e descontinuidade nas organizações públicas: um paradoxo democrático. Cadernos FUNDAP, Ano 7, n. 13, Abr/1987. Disponível em http://migre.me/8oS9Z

SZMRECSANYI, M. I. Q. F. A macrometrópole paulistana: 1950-2004. In: SZMRECSANYI, T. (org) História econômica da cidade de São Paulo. S. Paulo, Ed. Globo, 2004.

 

 

18 ago
2014

ACH3504 – Logística – Programa 2014

ACH3504 – Logística no Setor Público – Programa 2014
Prof. José Carlos Vaz

Horários: segundas-feiras às 8h e 19h

Sala: 201

OBJETIVOS DA DISCIPLINA

Desenvolver reflexão e apresentar teoria, técnicas e experiências de otimização do nível de serviços prestados à sociedade, como resultado da gestão da dimensão logística das políticas públicas em aspectos como qualidade, atendimento a demandas e custo do nível dos serviços públicos.

PROGRAMA

Bloco A – Conceitos básicos de logística

Neste bloco, exploraremos os conceitos básicos de logística. Tem um caráter formativo básico, e suas leituras serão essenciais para o desenvolvimento do restante da disciplina.

Aula 0 – 18/8

Participação nas atividades de acolhida dos novos alunos e reabertura do campus da USP Leste. Não há aula.

Aula 1 – 25/8

Apresentação da disciplina. Visão geral da logística e sua relação com as políticas públicas.

Aula 2 –1/9

Evolução do conceito de logística. Conceitos básicos de logística. Logística integrada e a integração da cadeia de suprimentos.

Leitura: BOWERSOX & CLOSS cap. 1 e 2 (haverá exercício em sala sobre a leitura).

Aula 3 – 15/9

Decisões logísticas: posicionamento logístico, desenho de rede e modo de produção.

Leitura: VAZ e LOTTA (2011) (haverá exercício em sala sobre a leitura).

Nesta aula serão definidos os grupos para os trabalhos de campo.

Aula 4 – 22/9

Decisões logísticas: o conceito de trade-off.

Exercício em sala sobre trade-offs logísticos na gestão de políticas públicas (caso da manutenção escolar)

 

Bloco B – Qualidade e nível de serviço no setor público. 

Neste bloco, trataremos dos temas relativos à oferta dos serviços públicos do ponto de vista da identificação de níveis de serviço ótimos, que atendam as demandas dos cidadãos-usuários dentro de patamares aceitáveis de viabilidade econômica.

Aula 5 – 29/9

Foco no cidadão e qualidade dos serviços

Leituras: VAZ  (2008) e BOWERSOX & CLOSS cap. 3. (haverá exercício em sala sobre a leitura)

Aula 6 – 6/10

Mensuração de desempenho logístico e de nível de serviço: indicadores de desempenho das organizações e políticas públicas.

Leituras: HIJJAR et al. (2005).

Exercício sobre a leitura: indicadores de desempenho logístico

 

Bloco C – A logística das políticas públicas

Neste bloco buscaremos identificar os principais aspectos logísticos da implementação de políticas públicas.

Aula 7 – 13/10

Gestão da cadeia de suprimentos no setor público.

Leitura: TRIDAPALLI, FERNANDES & MACHADO (2011).

Haverá exercício em sala sobre a leitura do texto.

Aula 8 – 20/10

Serviços de apoio e infra-estrutura: o caso do Cadastro de Serviços Terceirizados do Estado de São Paulo.

Leitura: Gestão de Contratos de Serviços Terceirizados no Estado de São Paulo

Serão realizados exercícios em sala sobre o texto acima.

(Nesta aula haverá entrega e discussão de relatórios parciais dos trabalhos de campo).

 

Bloco D – As políticas públicas de base logística

Neste bloco, estudaremos políticas públicas cuja execução consiste na regulação e/ou operação de serviços e infra-estruturas logísticas.

Aula 9 –27/10

Políticas com alto impacto na qualidade de vida urbana: Gestão de Resíduos Sólidos

Clique aqui para se preparar para o exercício.

Aula 10 – 3/11

Políticas com alto impacto na qualidade de vida urbana: Gestão da Mobilidade Urbana

Visite os links abaixo para se preparar para o exercício:

http://www.ruaviva.org.br/

http://mdt-mdt.blogspot.com.br/

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12587.htm

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40142011000100007&script=sci_arttext

Aula 10 – 10/11

Políticas com alto impacto no desenvolvimento: energia e transporte de cargas

Clique nos links abaixo para se preparar para o exercício:

Bloco E – Fechamento e avaliação

Aula 12 – 17/11

Avaliação final (prova individual com consulta).

Aula 13 – 24/11

Entrega, apresentação e debate dos trabalhos de campo

Aula 14 – 1/12

Entrega das notas e discussão das avaliações.

AVALIAÇÃO

Prova individual: 40% (não haverá prova substitutiva).

Trabalho de campo (relatório e apresentação): 30%.

Exercícios realizados em sala de aula: 30% (não será aceita entrega posterior).

TRABALHO DE CAMPO

O objetivo do trabalho de campo é compreender aplicações da logística na gestão e nas políticas públicas, sob a ótica da resolução de problemas.  Cada grupo deverá caracterizar e sistematizar respostas para um dado problema de natureza logística. Cada um dos problemas abaixo ficará a cargo de dois grupos que, ao final, apresentarão e debaterão suas propostas.

Problemas:

Tema 1 – Como é possível integrar serviços e instalações de diferentes organizações públicas, gerando maior alcance das políticas e economia de escala?

Tema 2 – Como implantar uma política de coleta seletiva no município de São Paulo, com elevada cobertura, inclusão social dos catadores e viabilidade econômica?

Tema 3 – Como utilizar as compras da merenda escolar para estimular o desenvolvimento local e a agricultura familiar?

Tema 4 – Como reduzir os problemas e tornar mais conveniente para os cidadãos a distribuição de medicamentos pelo SUS?

Tema 5 – Como melhorar e ampliar a oferta de serviços de transporte aéreo de passageiros e cargas?

Tema 6 – Como reduzir os problemas na distribuição de livros escolares do Programa Nacional do Livro Didático?

LEITURAS

As leituras são parte obrigatória e essencial da disciplina. Devem ser feitas antes das aulas, uma vez que haverá exercícios sobre os textos a cada aula (não será aceita entrega posterior). Os textos indicados são o ponto de partida da aula, cuja dinâmica supõe que os alunos leram os textos do dia. Não é papel do professor ler e explicar os textos para os alunos, para que eles não precisem lê-los. As leituras serão cumulativas, portanto uma dada aula utilizará os textos a ela designados e suporá também que os alunos já leram os textos anteriores. Recomenda-se que os alunos procurem adiantar a leitura dos textos, para não terem surpresas.  O professor não disponibilizará apresentações e esquemas utilizados em aula, pois não substituem a leitura dos textos. Se o aluno tiver preguiça de ler, é melhor desistir do curso e de qualquer outro em que o ensino superior seja levado a sério.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOWERSOX, D.J. e CLOSS, D., COOPER, M. Gestão da cadeia de suprimentos e logística . S. Paulo, Campus, 2007.

HIJJAR, M. F. et alli. Mensuração de desempenho logístico e o modelo World Class Logistics In Artigos CEL-COPPEAD-UFRJ. Disponível em http://ucbweb2.castelobranco.br/webcaf/arquivos/22971/14347/Mensuracao_parte_I.pdf  e  http://ucbweb2.castelobranco.br/webcaf/arquivos/22971/14347/Mensuracao_parte_II.pdf (Atenção: fazer o download da parte 1 e parte 2). 2005.

 

TRIDAPALLI, J., FERNANDES, E. & MACHADO, W. Gestão da cadeia de suprimento do setor público: uma alternativa para controle de gastos correntes no Brasil . In RAP – Revista de Administração Pública, Vol. 45(2):401-33, mar./abr. 2011. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rap/v45n2/06.pdf

VAZ, J.C. e LOTTA, G.S. A contribuição da logística integrada às decisões de gestão das políticas públicas no Brasil. RAP – Revista de Administração Pública. Rio de Janeiro 45(1):107-39, jan./fev. 2011 . Disponível em: http://vaz.blog.br/blog/?p=975.

VAZ, J.C. O significado da prestação de serviços com foco no cidadão nas transformações da administração pública brasileira no período pós-redemocratização. Disponível em: http://josecarlosvaz.pbworks.com/w/page/8531978/Foco%20no%20Cidad%C3%A3o%20nas%20Pol%C3%ADticas%20P%C3%BAblicas. 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BLYTE, D.M. and MARSON, D. B. Good practices incitizen – centred service.Otawwa: Canadian Centre for Management Development, 1999.

FRAZELLE, E. Supply chain strategy: the logistics of supply chain management. McGraw Hill, 2001.

MENTZER, J. T. et alli. Defining supply chain management In Journal of Business Logistics, Vol. 22, No. 2, 2001.

MOORE, M. H. Criando valor público: gestão estratégica no governo. Brasília, ENAP, 2002.

NOVAES, A. G. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição. Rio de Janeiro, Campus, 2001.

ZEITHALM, V. PARASURAMAN, A e BERRY, L. Delivering quality service. New York: Free Press, 1990.

 

 

28 jul
2014

Dia Nacional do Patrimônio Cultural 2014

O Dia Nacional do Patrimônio Cultural 2014 é um evento de difusão e valorização do patrimônio cultural, que tratará de temas e objetos ligados à preservação, divulgação e valorização do patrimônio histórico e artístico nacional e paulista.

O evento busca servir de fórum para a discussão e reflexão acerca de nosso patrimônio cultural, no que tange as políticas culturais, economia da cultura, crescente entrelaçamento entre cultura, patrimônio e turismo e atividades de difusão e valorização desse patrimônio. Objetiva-se, também, propiciar, a pessoas interessadas pela área patrimonial, uma oportunidade de travar contato com algumas das principais discussões sobre patrimônio e políticas culturais.

Acontecerão diversas palestras e mesas redondas sobre vários temas relacionados ao Patrimônio Cultural.

Trata-se de um evento Técnico-Científico de Cultura e Extensão Universitária realizado em parceria pela EACH-USP (Escola de Artes Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo) e o CCJ – Centro Cultural da Juventude, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

O evento ocorrerá no dia 17 de agosto, no CCJ.

Veja aqui mais informações.

 

 

12 jun
2014

Política Nacional de Participação Social – Perguntas e respostas

Abaixo, reproduzo as respostas da Secretaria-Geral da Presidência da República às perguntas feitas pela revista Veja sobre o decreto 8.243/2014, que institui a Política Nacional de Participação Social.

A revista enviou as perguntas mas, como não gostou das respostas, preferiu impedir que seus leitores tivessem acesso a elas. Nenhuma novidade. Aquilo há muto tempo deixou de ser jornalismo. É apenas um panfleto desinformativo que serve para o setor mais retrógrado da sociedade brasileira tentar resistir ao movimento de democratização, inclusão social e redução das desigualdades.  Funciona como a cartilha que a burguesia reacionária utiliza para manter domesticada a classe média egocêntrica e alienada.

A respeito do decreto 8.243 assinado pela presidente Dilma Rousseff:

1) VEJA: Quantos Conselhos de Políticas Públicas serão criados a partir do decreto 8.243?
Secretaria-Geral: O Decreto 8.243 não cria nenhum conselho. Ele estabelece diretrizes básicas para orientar a eventual criação de novos conselhos. Os 35 conselhos nacionais que já existem permanecem com suas estruturas atuais e poderão vir a se adequar às diretrizes do Decreto, caso seja constatada essa necessidade.

2) VEJA: Os conselhos são deliberativos ou consultivos?
Secretaria-Geral: Depende da natureza do conselho. Podem ser exclusivamente deliberativos ou consultivos, ou ainda concomitantemente deliberativos ou consultivos. Ou seja, podem deliberar sobre parte da política a que se referem, sendo consultivos em relação ao restante.

3) VEJA: O decreto fala que podem participar dos conselhos “cidadão, coletivos, movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”. Que critérios serão adotados para realizar a seleção dos integrantes do conselho na sociedade civil?
Secretaria-Geral: Os representantes da sociedade civil são selecionados conforme as regras específicas de cada conselho, definidas em seu ato de criação que, na totalidade dos conselhos, é decorrente, direta ou indiretamente, de leis debatidas e aprovadas pelo Congresso Nacional.

4) VEJA: Quem define os movimentos sociais que participarão?
Secretaria-Geral: Cada conselho tem definição própria, que decorre, direta ou indiretamente, de legislação de responsabilidade do Congresso Nacional.

5) VEJA: Independentemente de partido, o que impede que os conselhos previstos no decreto se tornem braços políticos dentro do governo?
Secretaria-Geral: A representação da sociedade civil nos conselhos reflete a diversidade política das organizações e movimentos que atuam em cada setor. Não há ingerência do Executivo na definição dos representantes da sociedade nos conselhos, não havendo registro de nenhuma contestação ou denúncia desse tipo de interferência.

6) VEJA: O que é “movimento social não institucionalizado” para efeitos do decreto?
Secretaria-Geral: São movimentos que, apesar de atuarem coletivamente, não se constituíram como pessoa jurídica nos termos da lei.

7) VEJA: O que são “grupos sociais historicamente excluídos e aos vulneráveis” para efeitos do decreto?
Secretaria-Geral: Aqueles que se encontram em situação de desvantagem em cada um dos casos referidos no art. 3º da Constituição Federal.

8) VEJA: O decreto fala em assegurar a “garantia da diversidade entre os representantes da sociedade civil” nos conselhos. Como isso será feito na prática?
Secretaria-Geral: Procurando, de acordo com as regras de cada conselho, garantir oportunidade de participação do maior número possível de segmentos sociais que atuam no âmbito de cada política pública.

9) VEJA: O decreto fala em estabelecer “critérios transparentes de escolha dos membros” dos conselhos. Como isso será feito na prática?
Secretaria-Geral: A transparência é assegurada pela observação dos critérios do ato de criação de cada conselho, pela publicização prévia dos editais de convocação dos processos seletivos e pela fiscalização de critérios democráticos pelos próprios movimentos e organizações que atuam em cada política.

10) VEJA: O decreto fala na “definição, com consulta prévia à sociedade civil, das atribuições, competências e natureza” dos conselhos. Os conselhos não têm atribuições definidas?
Secretaria-Geral: Obviamente, os conselhos que já existem têm atribuições definidas, direta ou indiretamente, pelo Congresso Nacional. A diretriz citada de consulta prévia é uma orientação para a eventual criação de novos conselhos.

11) VEJA: Os conselhos tratados no decreto podem ter quantas e quais atribuições?
Secretaria-Geral: Quantas e quais forem necessárias para exercer seu papel, o que é definido pelas normas específicas de cada política.

12) VEJA: O artigo 5 do decreto determina que “os órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta deverão, respeitadas as especificidades de cada caso, considerar as instâncias e os mecanismos de participação social, previstos neste Decreto, para a formulação, a execução, o monitoramento e a avaliação de seus programas e políticas públicas”. Todos os órgãos serão obrigados a incluir os conselhos na elaboração da sua agenda de trabalho?
Secretaria-Geral: Obviamente, a maior parte dos órgãos da Administração Pública Federal não tem necessidade de ter seu conselho próprio. Entretanto, grande parte dos órgãos públicos pode recorrer às instâncias ou mecanismos de participação para orientar ou avaliar suas ações de grande impacto para a sociedade.

13) VEJA: Os conselhos são deliberativos ou consultivos?
Secretaria-Geral: Idem à resposta da pergunta 2.

14) VEJA: Os conselhos têm poder de impor uma agenda ao órgão a que estão vinculados?
Secretaria-Geral: A relação dos conselhos com os órgãos com os quais estão vinculados varia conforme cada política pública e é definida pelo seu ato de criação, determinado, direta ou indiretamente, pelo Congresso Nacional.

15) VEJA: Quanto à ressalva “respeitadas as especificidades de cada caso”, o gestor de cada órgão terá autonomia para decidir quando ouvir e “considerar” as posições do conselho na “formulação, na execução, no monitoramento e na avaliação de programas e políticas públicas”? O que acontece com o órgão que desrespeitar o artigo 5?
Secretaria-Geral: Essa ressalva diz respeito exatamente às definições específicas da abrangência e natureza de atuação de cada conselho, definida, direta ou indiretamente, por legislação de responsabilidade do Congresso Nacional.

16) VEJA: O “controle social” é uma das diretrizes da PNPS. Para efeitos do decreto, o que é controle social?
Secretaria-Geral: É o controle exercido pela sociedade sobre os governantes, com fundamento no art. 1º, parágrafo único, da Constituição Federal. É a garantia para a sociedade do acesso à informação, à transparência e à possibilidade de influir nas ações governamentais.

17) VEJA: O decreto fala em “reorganização dos conselhos já constituídos”. O decreto muda o funcionamento dos conselhos que já existem? Quais são as mudanças?
Secretaria-Geral: Não. O decreto não determina nenhuma mudança no funcionamento dos conselhos. Ele estimula a articulação dos conselhos no Sistema Nacional de Participação Social.

18) VEJA: O decreto da PNPS tem o objetivo de “aprimorar a relação do governo federal com a sociedade civil”. O que isso quer dizer na prática?
Secretaria-Geral: Quer dizer que a ampliação do uso dos mecanismos de participação social permitirá a identificação mais rápida de problemas e um maior grau de acerto na tomada de decisões por parte do governo.

19) VEJA: O decreto fala em “desenvolver mecanismos de participação social nas etapas do ciclo de planejamento e orçamento” do governo. Que tipo de mecanismos? Como se daria essa participação social no planejamento e orçamento do governo?
Secretaria-Geral: Essa participação já acontece e é determinada, inclusive, pelo artigo 48 da Lei de Responsabilidade Fiscal. Em 2013 e 2014 foram realizadas consultas e audiências públicas no processo de elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias e da Lei Orçamentária Anual. Essas ações foram coordenadas pelo Fórum Interconselhos, que existe desde 2011. Essa iniciativa de participação no processo orçamentário foi premiada pela ONU como uma das melhores práticas inovadoras de participação social do mundo.

20) VEJA: Os atuais conselhos não têm participação social no planejamento e orçamento do governo?
Secretaria-Geral: Além da experiência já mencionada do Fórum Interconselhos, cada conselho influi no planejamento e orçamento do governo a partir da contribuição que dá para a política setorial de sua área.

21) VEJA: Quais os critérios de escolha dos integrantes do Sistema Nacional de Participação Social?
Secretaria-Geral: O Sistema Nacional de Participação Social será constituído pela articulação das instâncias e mecanismos de participação já consolidados.

22) VEJA: Quais os critérios de escolha dos integrantes do Comitê Governamental de Participação Social?
Secretaria-Geral: O CGPS será composto, paritariamente, por representantes do governo e da sociedade. O critério fundamental será o da capacidade de contribuir com os objetivos da Política Nacional de Participação Social. A representação da sociedade utilizará critérios que assegurem a autonomia dessa escolha.

23) VEJA: Independentemente de partido, o que impede que as comissões de políticas públicas previstas no decreto se tornem braços políticos dentro do governo?
Secretaria-Geral: Idem à resposta da pergunta 5.

24) VEJA: Quem decide que órgãos da administração pública federal serão obrigados a ter conselhos de participação social?
Secretaria-Geral: Fundamentalmente, o Congresso Nacional, como já acontece, podendo ele delegar essa criação ao Executivo. O decreto não obriga nenhum órgão da Administração Pública Federal a ter conselhos.

25) VEJA: A título de exemplo, com esse decreto, o Dnit terá de criar um Conselhos de Políticas Públicas e ouvir a sociedade civil antes de planejar uma duplicação de estrada?
Secretaria-Geral: Como já dito, o decreto não obriga nenhum órgão a criar conselhos. Isso também se aplica ao Dnit. Entretanto, como já acontece, o Dnit já realiza inúmeras audiências públicas para que a sociedade civil se manifeste sobre impactos sociais ou ambientais de suas obras.

10 jun
2014

Estrutura dos trabalhos de redesenho de processos – GPTI 2014

Trabalhos escritos

A estrutura a ser seguida no trabalho escrito é apresentada abaixo:

  • Sumário executivo do trabalho: em uma página, apresentar o objetivo do trabalho, uma breve explicação sobre o processo escolhido, uma síntese das disfunções e uma visão geral das melhorias propostas (um parágrafo para cada item).
  • Identificação e caracterização do processo, incluindo: nome do processo; objetivo do processo; evento de disparo; evento de término; clientes; necessidades dos clientes; fornecedores; entradas; saídas.
  • Mapa de relacionamento dos macroprocessos da organização (diagrama zoom 1 e 2): identificação do processo escolhido nos macroprocessos; relação entre os macroprocessos; identificação dos clientes e fornecedores; identificação de variáveis ambientais e atores externos.
  • Fluxograma (diagrama zoom 3) com representação gráfica do processo como é operado atualmente e eventuais anexos (cópias de formulários, impressões de tela etc.).
  • Lista de disfunções encontradas, com priorização, se for o caso. Indicar os impactos negativos das disfunções.
  • Objetivos do novo processo, incluindo indicadores de desempenho propostos.
  • Lista de melhorias propostas. Se possível, relacionem-nas com as disfunções (“melhoria A atende à disfunção 2″).
  • Recursos de TI necessários (tecnologias a empregar)
  • Representação gráfica do processo após melhorias (fluxograma do processo proposto).
  • Estratégia de implantação das melhorias.

O trabalho deve ser apresentado da forma mais objetiva possível. Evitem textos longos e descritivos. Dêem prioridade a tabelas e representações gráficas.

Não será exigido um formato único de fluxograma. Em contrapartida, deve ser feita uma legenda para garantir a legibilidade dos fluxogramas.

 

9 jun
2014

Suspensão da aula de hoje, 9 de junho

Atençào alunos e alunas: por conta da greve do metrô, nào teremos aula de GPTI hoje, dia 9 de junho, no período noturno. Por favor, ajudem a avisar os/as demais.

23 mai
2014

Planejamento e Orçamento em Políticas Públicas – PROVA PARCIAL

Clique no link abaixo para baixar a prova:

POPP-prova-2014

A prova deve ser gravada em formato pdf e enviada para o e-mail popp arroba vaz.blog.br (não mandem para vaz arroba usp.br, por favor)

Para facilitar a identificação e evitar extravio, o nome do arquivo deve conter apenas o nome do aluno e a indicação de que se trata da prova.

Gravem com o nome do arquivo no seguinte formato:  [nome do aluno]-PROVA-POPP.pdf.

Ao enviar o arquivo, coloque no assunto do e-mail [nome do aluno]-PROVA-POPP para facilitar a identificaçào.

Enviem a prova até o dia 5 de junho.

 

AVISO DESNECESSÁRIO, MAS SEMPRE OPORTUNO: A prova é individual e o professor estudou estatística o suficiente para saber que certas coincidências são extremamente raras. Provas anormalmente semelhantes (mesmas palavras, mesma estrutura de raciocínio, mesmos exemplos, mesmas propostas, mesmas análises etc.) serão consideradas cópia.

ALUNOS DO NOTURNO: Atenção ao exercício que também deverá ser feito.

23 mai
2014

Exercício para alunos do noturno: planejamento usando BSC

Por conta da manifestação de ontem, não conseguimos realizar em sala o exercício previsto, sobre o Balanced Scorecard, na turma do noturno.

Por favor, façam o exercício em grupos de até 4 alunos:

Escolham uma  organização pública e  elaborem para ela um mapa estratégico baseado no Balanced Scorecard, indicando:
- Objetivos;
- Indicadores para monitoramento.
O mapa estratégico deve ser apresentado em formato de figura, e possuir objetivos nas seguintes dimensões:
  1. Perspectiva institucional
  2. Perspectiva dos clientes
  3. Perspectiva dos processos
  4. Perspectiva da inovação e aprendizagem

 

Os exercícios devem ser apresentados em formato pdf e enviados para o e-mail popp@vaz.blog.br.

Para facilitar a identificação e evitar extravio, o nome do arquivo deve conter o nome dos participantes e a indicação de que se trata do exercício sobre o BSC. Gravem com o nome no seguinte formato:  [nome dos participantes]-EXBSC.pdf.

Ao enviar o arquivo, coloque no assunto do e-mail [nome dos alunos]+EXBSC para facilitar a identificaçào.

Enviem os exercícios até o dia 29 de maio.

 

 

 

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21 mai
2014

Recuperação Logística 2013

Para os alunos que não fizeram ainda a prova de recuperação, a prova pode ser baixada no link abaixo.

logistica-provarec-2013

Caso ainda persistam dúvidas sobre a nota final, consultem-me.

Data de devolução: 29 de maio (pode ser enviada por e-mail para vaz arroba usp.br).

10 abr
2014

Exercício: A retomada do planejamento governamental no Brasil e seus desafios

 EXERCÍCIO – RETOMADA DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL NO BRASIL

Texto : Pares, A & Valle, B. A retomada do planejamento governamental no Brasil e seus desafios In: Giacomoni, J; Pagnussat, J. Planejamento e Orçamento Governamental (Coletânea, vol. 1). Brasília, ENAP, 2006. (cap. 3)

Questões:

  1. Que novas abordagens o modelo de planejamento adotado pela CF 1988 trouxe, em relação à experiência anterior?
  2. Que processos políticos e econômicos contribuíram para essas mudanças no modelo de planejamento governamental?
  3. A implantação do PPA, nos anos 1990, funcionou como instrumento de transformação do Estado Brasileiro em que direção?
  4. O novo modelo ampliou a capacidade de planejamento em longo prazo? Por quê?
  5. De que maneira o Legislativo, Judiciário e a burocracia estatal beneficiam-se do novo modelo?
  6. O novo modelo permite a expansão da participação cidadã nos processos de planejamento governamental?
  7. Que limites o sistema político brasileiro impõe, na prática, ao modelo de planejamento pós-1988?

 

Deve ser entregue na próxima aula (24/4). Pode ser feito em grupos de até 4 alunos.

Aproveitem para entrar no site do PPA (http://www.planejamento.gov.br/ministerio.asp?index=10&ler=s1086). Naveguem por ele e vejam os materiais sobre o PPA atual e os anteriores, como preparação para o exercício que faremos na próxima aula. Leiam também os dois textos indicados na bibliografia.

 

1 abr
2014

Planejamento e Orçamento em Políticas Públicas – Programa 2014/1

Clique aqui para ver o programa da disciplina: Plano de Ensino P&OPP 2014-2

Locais de aula:

Matutino – Unicid – sala 406

Noturno – Poli-Mecânica – sala A09

Esta disciplina está sendo oferecida fora do campus da EACH, que está interditado por conta dos problemas ambientais conhecidos. Faremos o possível, dentro desta limitação, causada pela incapacidade das instâncias diretivas da universidade, ao longo de quase dez anos, para lidar com o problema.

25 mar
2014

Projeto Circuitos Desurbanísticos Paulistanos

Oportunidade de bolsa para alunos: Projeto Circuitos Desurbanísticos Paulistanos.

O projeto tem duas vagas abertas no edital Aprender Com Cultura e Extensão.

O projeto objetiva promover a reflexão pública sobre a gestão do espaço urbano da cidade de São Paulo. Pretende fazer com que cidadãos de São Paulo possam ter contato com reflexões sobre a gestão dos espaços urbanos e construir suas próprias reflexões.

Para isso, o projeto deverá registrar situações críticas da gestão do espaço urbano da cidade, assim como  possibilidades de superação dos desafios apontados, combinando estudos de campo com visitas aos circuitos e pesquisa e debate junto a atores-chave da gestão urbana.

CLIQUE AQUI PARA  A PROPOSTA DO PROJETO: projeto-circuitos-2014
Inscriçòes até 14 de maio em http://prceu.usp.br/aprender/comunicados/#post-53

 

25 fev
2014

WTranS 2014 – II Workshop de Transparência em Sistemas

Chamada de Trabalhos – WTranS 2014 – II Workshop de Transparência em Sistemas

Datas importantes:

• Submissão de Trabalhos: 16/03/2014
• Divulgação de Resultados: 14/04/2014
• Versões Finais: 21/04/2014

Recentes movimentos sociais registram uma forte tendência na necessidade de consideração explícita da informação aberta em sistemas que são de interesse do cidadão. Essa abertura no sentido de acesso a informação é um tema central no estudo do conceito de Transparência.
A recente lei de acesso à informação brasileira é um reflexo desse movimento e traz uma série de desafios para a evolução de sistemas que precisam lidar com informação aberta. Esses desafios estão presentes em diversas áreas de interesse de pesquisa, com forte impacto na construção de sistemas que venham a lidar com essa nova demanda.
Dados abertos, usabilidade orientada ao cidadão, acessibilidade, apresentação de informação, proveniência da informação e confiança na informação são algumas das novas necessidades que os sistemas terão que atender.
Discuti-los num contexto de software, que apoiarão os referidos sistemas, é importante para que se possa ter uma visão interdisciplinar para um desafio de tal magnitude. O desafio aplica-se tanto no uso de sistemas para prover transparência, como na própria arquitetura dos sistemas que devem ser transparentes.
O objetivo desse workshop é procurar agregar diferentes pesquisadores com interesse tanto em Ciência da Computação, como em outras áreas, no sentido de discutir como tratar os referidos desafios, para nortear a criação de tecnologias que deem efetivo apoio na evolução de sistemas na direção da transparência.
Iniciar o workshop na comunidade de engenharia de software é uma proposta proativa. À medida que o mercado pressionar por mais transparência nas informações e nos processos executados, tanto por órgãos públicos como por organizações privadas, o profissional de sistemas e, particularmente, o desenvolvedor de software, terão que lidar com diferentes requisitos não funcionais.
Discutir sob a ótica de pesquisa como lidar com esses novos desafios é o objetivo central do Workshop de Transparência em Sistemas (WtranS).

Tópicos de Interesse do WTranS 2014

• Processos de avaliação de Transparência
• Gestão da Transparência
• Organização de Conhecimento de Transparência
• Transparência como requisito não funcional
• Arquiteturas para suporte à Transparência de Software
• Transparência na esfera pública – Dados Abertos
• Transparência em processos de software
• Transparência em processos organizacionais
• Transparência da informação
• Transparência de software
• Transparência em sistemas de informação
• Transparência no contexto da Lei de Acesso a Informação
• Proveniência em Transparência de Software e Processos Organizacionais

Submissão ao WTranS 2014

A submissão ao WTranS deve ser feita por meio de um artigo descrevendo o trabalho atual do grupo ou do pesquisador. Os artigos devem reportar trabalhos originais que não foram submetidos ou apresentados em outros fóruns.
Os artigos devem seguir o estilo de formatação dos eventos da SBC (disponível no portal da SBC), e ter entre 4 e 6 páginas. As contribuições devem descrever novas pesquisas e estarem relacionadas ao tema Transparência. As submissões devem seguir a seguinte estrutura:

• Título, autor(es), resumo
• Seção 1: Introdução
• Seção 2: Objetivos da Pesquisa
• Seção 3: Contribuições Esperadas
• Seção 4: Resultados já Alcançados
• Seção 5: Conclusão
• Seção 6: Referências

A submissão deve ser feita no formato PDF, através da trilha “SBSI 2014 – WtranS 2014″ do Sistema JEMS da SBC.
Serão desconsideradas as submissões em formato diferente de PDF, que excedam o número de páginas ou violem as instruções de formatação.

Apresentação e Publicação

Os artigos aceitos serão publicados nos anais do SBSI, condicionados à inscrição de pelo menos um dos autores no evento.
As apresentações serão de 15 minutos, seguidas de 10 minutos de discussão.
Os artigos aceitos serão disponibilizados de forma aberta em um repositório (biblioteca digital), WTransSArtigos, nos moldes das bibliotecas já disponíveis: WERPapers (wer.inf.puc-rio.br), CibsePapers (cibse.inf.puc-rio.br) e FEESArtigos (fees.inf.puc-rio.br).

21 jan
2014

Tendências e Inovações na Gestão Pública – 2013 – NOTAS

Apesar de toda a situação lamentável em que nos vimos enfiados pelo descaso e  irresponsabilidade da Reitoria, da SEF e da direção da EACH, conseguimos completar o semestre.

Infelizmente, não foi possível fazer tudo da forma como foi pensado, mas fizemos o que pudemos.

Por conta de toda a confusão, o último grupo não fez o debate em sala, mas gravou em vídeo. Por favor, assistam, como última atividade da disciplina, mas não é preciso elaborar as perguntas: http://www.youtube.com/watch?v=5SaFjGZ30o4

Cliquem aqui para ter acesso às notas.

Muito obrigado pela ajuda de vocês neste semestre tão conturbado.

 

 

 

 

23 dez
2013

Tendências e inovações na Gestão Pública – Ex. Reposição 2

TEXTO 1

LIMA, D.H. e VARGAS, E.R. Estudos internacionais sobre inovação no setor público: como a
teoria da inovação em serviços pode contribuir? In: RAP – Revista de Administração Pública v.46(2):385-401,
mar./abr. 2012

Questões

  1. Em que contexto surgem os estudos de inovação e qual a sua relação com o setor de serviços ? Apresente e comente os seis modos como pode ocorrer o processo de inovação.

  1. Da perspectiva mais teórica qual o papel exercido nas pesquisas sobre inovação pelas quatro teorias apresentadas pelos autores: Teoria do Estado competidor, Teoria da Administração Pública, Teoria da Inovação em Serviços e Teoria do Empreendedorismo Público ou Social?

TEXTO 2

BRANDÃO, S.M. e BRUNO-FARIA, M.F. Inovação no setor público: análise da produção científica em
periódicos nacionais e internacionais da área de administração. In: RAP – Revista de Administração Pública v.47(1):227-248,
jan./fev. 2013

Questões

  1. Quais as diferenças e em que se assemelha a definição de inovação para setor público e o setor privado?

  1. No que os tipos de inovação estudados no setor público diferenciam-se dos estudados no setor privado?

As respostas devem ser enviadas para o e-mail tendinov@vaz.blog.br até o dia 10 de janeiro.

 

19 dez
2013

Tendências e Inovações na Gestão Pública – Finalização do semestre 2013/2

Devido ao caos que se instaurou na EACH, fruto do descaso da reitoria e da direção, tivemos que alterar o calendário da disciplina. Seguem abaixo as instruções para a finalização.

Os trabalhos e provas desta disciplina (Tendências e Inovações na Gestão Pública) deverão ser enviados por e-mail para o endereço tendinov@vaz.blog.br. Por favor, MANDEM APENAS PARA ESTE E-MAIL, para facilitar o trabalho de organização.

As tarefas dos alunos são:

a) Prova

Deverá ser feita individualmente e enviada por e-mail dia 28/12/2013.

Clique aqui para fazer download da prova.

b) Trabalho de campoEsse é o trabalho de entrevista com gestores que deveria ter sido entregue em 17/12. Por favor, encaminhem até o dia 20/12.c) Relatórios dos debates
Devem ser entregues até o dia 28/2, para os grupos que não entregaram ainda.
d) Exercícios de reposiçãoTrata-se dos exercícios não presenciais para reposição de aulas. Devem ser enviados até 10/01.

Exercício de reposição 1 – Ambientes Inovadores nas Organizações Públicas (clique para acessar)

Exercício de reposição 2 - Inovação no Setor Público: Perspectivas Teóricas

ENVIO DOS MATERIAIS

Os trabalhos e provas desta disciplina deverão ser enviados por e-mail para o endereço tendinov@vaz.blog.br. Por favor, MANDEM APENAS PARA ESTE E-MAIL, para facilitar o trabalho de organização.

Se todo mundo mandar os trabalhos com o título TRABALHO-VAZ vai dificultar a correção. Portanto, sigam o seguinte formato para os NOMES dos arquios que enviarem:

[TIPO DE AVALIAÇÃO]-[NOME DO ALUNO]-[PERIODO]

Exemplos:

PROVA-JOAO-RODAS-MAT  refere-se à prova do aluno João Rodas, do matutino.

INDICADORES-JJBOUERI-MAT refere-se ao trabalho de indicadores do grupo do aluno J.J. Boueri, do matutino.

TRABFINAL-ANTONIO-MASSOLA-NOT refere-se ao trabalho final do grupo do aluno Antonio Massola, do noturno

EXREPOSICAO-1-EDSON-LEITE-NOT refere-se ao exercício de reposição 1 do grupo do aluno Edson Leite, do noturno.

EXREPOSICAO-2-SUELY-VILELA-MAT refere-se ao exercício de reposição 2 do grupo da aluna Suely Vilela, do matutino.

Usem o mesmo nome do arquivo no campo de assunto da mensagem, por favor. E mandem apenas um arquivo por mensagem.

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